Logo nas primeiras 24 horas do Big Brother Brasil 26, um participante do grupo Pipoca da cidade de manaus já enfrentou repercussão fora da casa. O empresário Brígido Neto, de 34 anos, entrou no reality enquanto um processo por inadimplência ganhou visibilidade pública, envolvendo a empresa de aluguel de veículos Localiza. O caso resultou na penhora de bens da escola dele para quitar uma dívida, conforme revelou o colunista Tácio Lorran, do Metrópoles.
Em seguida, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) conduziu o andamento da ação. Em junho de 2025, a Justiça determinou a busca de ativos financeiros por meio do Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud), utilizando o mecanismo conhecido como “teimosinha”. Meses depois, em outubro, o fórum autorizou a penhora, elevando o valor final para cerca de R$ 37 mil, já com juros.
Além disso, a juíza Adriana Garcia Rabelo, da 16ª Vara Cível de Belo Horizonte, ordenou a transferência imediata dos valores bloqueados. No despacho, ela escreveu: “Realizado o bloqueio, proceda a imediata transferência do valor bloqueado para a conta judicial à disposição deste Juízo”. Com isso, a Justiça retirou o montante diretamente das contas bancárias do empresário.
O caso teve início em fevereiro de 2023, quando a Localiza acionou o TJMG após o não pagamento de um contrato de confissão de dívida assinado por Brígido Neto e pelo Colégio Brígido Nogueira, localizado em Manaus, no Amazonas. O débito original, registrado em outubro de 2022, somava R$ 30 mil pelo aluguel de carros e acessórios, incluindo danos e multas, parcelado em 20 vezes de R$ 1,5 mil.
Conforme o contrato, “A dívida acima confessada consolida e engloba única e exclusivamente os débitos decorrentes do contrato de aluguel de carros e seus acessórios, que incluem, mas não se limitam a avarias e multas, feitas pela CREDORA à DEVEDORA”. O empresário e o colégio pagaram apenas duas parcelas, frustraram uma tentativa de acordo em janeiro de 2023 e levaram a cobrança para a Justiça. A equipe de Brígido Neto não se manifestou, enquanto a empresa declarou que “não comenta questões judiciais”.
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