Sob a presidência do governador Wilson Lima, o Conselho de Desenvolvimento do Estado do Amazonas realizou, nesta terça-feira (10), a primeira reunião ordinária de 2026. No encontro, foram aprovados 44 projetos industriais que somam R$ 810,9 milhões em investimentos privados. Mas também previsão de 1.468 postos de trabalho, entre novas vagas e remanejamentos internos.
A 318ª reunião do Codam marca o início da agenda econômica do ano com sinal claro de fortalecimento do Polo Industrial de Manaus. Além da política de atração de indústrias para o estado. Os projetos contemplam segmentos estratégicos como eletroeletrônicos, bens de informática, energia e climatização. Vale destaca que essas áreas desempenham papel central na diversificação produtiva e, além disso, contribuem para ampliar a competitividade da Zona Franca.
Durante a reunião, o governador destacou que os novos aportes consolidam o Amazonas como destino seguro para investimentos. Mas, além de reforçam a confiança do setor produtivo no modelo econômico regional. Entre os projetos citados como emblemáticos está o da empresa Livoltek, voltado à fabricação de motores de rabeta movidos a energia elétrica — alternativa mais silenciosa e sustentável para uso nas comunidades ribeirinhas, reduzindo o consumo de combustíveis fósseis e os impactos ambientais.
INVESTIMENTOS PARA O PROCOMP AMAZÔNIA:
No entanto, o conjunto das aprovações, figuram ainda investimentos robustos como o da Procomp Amazônia, que destinará R$ 208 milhões à produção de urnas eletrônicas; da Tecumseh, com R$ 56 milhões para implantação de fábrica de compressores de ar-condicionado; e da Eletra, que aplicará R$ 181,9 milhões na fabricação de medidores digitais de água e energia. Mas a própria Livoltek prevê R$ 35,1 milhões para ampliação da produção de equipamentos de energia.
Por fim, a presença de representantes da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), além de órgãos como Receita Federal e OAB Amazonas, reforçou o caráter institucional da reunião e o alinhamento entre governo e setor produtivo.
