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Maria do Carmo defende reforço ao setor primário e propõe aproximar Zona Franca e produção rural no Amazonas

Segundo ela, a agricultura e a atividade rural foram deixadas à margem por sucessivas gestões, apesar do potencial existente no interior.

agência conversadebastidores, Repórter do EM OFF

A pré-candidata ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo (PL), afirmou nesta úlitma quarta-feira (4/2) que pretende dar centralidade ao setor primário e trabalhar para que o estado avance rumo à autossuficiência na produção de alimentos. Segundo ela, a agricultura e a atividade rural foram deixadas à margem por sucessivas gestões, apesar do potencial existente no interior.

Na avaliação da pré-candidata, em deslocamentos pelos municípios, a falta de presença do poder público aparece de forma recorrente. Ela aponta que, em muitas localidades, a sobrevivência ainda depende do que a natureza oferece. Além de pequenas plantações voltadas sobretudo à subsistência, com pouca chance de transformação econômica para as famílias.

Maria do Carmo, no entanto, declarou que pretende assumir um compromisso direto com produtores rurais, ribeirinhos e com a mulher empreendedora do campo. Defendendo a consolidação de uma agroindústria como eixo estratégico de desenvolvimento. A ideia, é conectar a capacidade de inovação e estrutura da Zona Franca de Manaus, afirmou. Mas, com a produção e o trabalho de quem vive e produz no interior, valorizando também o papel de comunidades tradicionais na proteção da floresta.

Entre as medidas consideradas prioritárias, ela citou a reestruturação do IDAM (Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Estado do Amazonas). Além de ações voltadas à capacitação, à criação de incentivos e de subsídios que, segundo a proposta, permitam formar uma base agroindustrial mais robusta no estado.

Ao encerrar, a pré-candidata disse que quer firmar publicamente uma agenda com o setor primário para transformar o trabalho no campo em renda, emprego e geração de riqueza, defendendo que o Amazonas também pode ampliar seu protagonismo na produção rural.