O Amapá viveu uma posse histórica na noite de sexta-feira (27). Igor Giusti assumiu a Defensoria Pública-Geral do estado para o biênio 2026-2028 e, com isso, entrou para a história como o primeiro amapaense de carreira a chegar ao comando máximo da instituição.
Além disso, a cerimônia, realizada em Macapá, marcou a troca de gestão e ganhou peso político com a presença do governador Clécio Luís. Além do ministro Waldez Góes e da presidente do Condege, Luziane Castro. Dessa forma, o ato foi além de uma posse administrativa e reforçou a valorização de um nome formado dentro do próprio estado.
Ao tomar posse, Giusti deixou claro o tom da nova gestão. Segundo ele, a meta é acelerar o atendimento e tornar a atuação da Defensoria ainda mais humana e resolutiva. Com isso, ele defende uma instituição mais próxima da população e menos burocrática para quem mais precisa de assistência jurídica.
TRAGETÓRIA DE IGOR GIUSTI:
A trajetória do novo defensor público-geral reforça esse simbolismo. Nascido no Amapá, Igor Giusti estudou em escolas de Santana, formou-se em Direito pela Unifap e construiu carreira no serviço público. Mas, antes de ingressar na Defensoria. Ao longo do percurso, ele passou pelo IBGE, atuou como técnico judiciário no TJ-AP, trabalhou como analista da Justiça Federal e, em seguida, tornou-se defensor aprovado no primeiro concurso da instituição no estado.
A nomeação ocorreu por decreto assinado pelo governador em 27 de fevereiro de 2026. Antes disso, Giusti venceu a eleição realizada em janeiro, em votação online entre membros da Defensoria, como único candidato inscrito no processo.
Logo após a posse, Giusti anunciou a nova composição da Administração Superior da Defensoria e definiu a equipe que vai acompanhá-lo na condução da instituição pelos próximos dois anos.
Por fim, a chegada de Igor Giusti ao topo da Defensoria Pública do Amapá carrega um forte valor simbólico. Ele percorreu toda a estrutura do serviço público até alcançar um dos cargos mais estratégicos da Justiça estadual, o que transforma sua posse em um marco político e administrativo.

