A Câmara Municipal de Macapá aprovou, em uma sessão de forte repercussão política, o reajuste de 15% para os servidores da educação municipal. A proposta, no entanto, enviada pelo prefeito interino Pedro DaLua, avançou com ampla maioria: 20 votos favoráveis e apenas uma abstenção.
Além disso, o projeto beneficia professores, pedagogos, auxiliares educacionais e especialistas em educação. Além de ainda alcançar servidores da ativa e inativos após emenda apresentada durante a tramitação. Na prática, a medida responde à pressão da categoria e busca corrigir perdas salariais acumuladas.
O texto chegou à Câmara pelas mãos de Pedro DaLua no dia 23 de março, o que deu peso político à proposta desde o início. Com isso, o percentual aprovado superou a expectativa inicial e ajudou a destravar o impasse com os profissionais da educação, abrindo caminho para o fim da paralisação.
Antes de seguir ao plenário, as comissões de Constituição e Justiça, Tributária e de Educação analisaram o projeto e liberaram a votação. Agora, com a aprovação, os efeitos financeiros passam a valer já em 1º de abril de 2026, o que amplia o impacto imediato na folha municipal.
A sessão também contou com a presença de lideranças sindicais e representantes dos servidores, o que elevou o clima de pressão e expectativa durante a votação. Nos bastidores, aliados tratam a aprovação como uma vitória política da gestão interina e um gesto concreto de valorização do magistério.
Por fim, com o aval da Câmara, Pedro DaLua ganha um trunfo importante no discurso de gestão. Ao mesmo tempo, a educação municipal passa a contar com um reajuste que já surge como marco na relação entre prefeitura e servidores em Macapá.

