O ator Juliano Cazarré colocou seu nome entre os assuntos mais comentados ao lançar um projeto direcionado ao público masculino. Com isso, ele apresentou o evento “O Farol & A Forja” e passou a defender discussões sobre o papel do homem na sociedade. Além disso, ele utilizou as redes sociais para justificar a criação da iniciativa.
Ao explicar a origem do projeto, o ator destacou o momento em que decidiu seguir adiante com a proposta. “Teve um momento em que ele podia ficar calado. Podia recuar. Podia ignorar. E então ele escolheu criar o Farol & A Forja”, afirmou. Na sequência, ele reforçou que pretende incentivar reflexões dentro desse cenário.
Além disso, Cazarré, que vive Jorginho Ninja na novela Três Graças, sustentou a ideia de que a sociedade enfraqueceu os homens. Segundo ele, esse contexto já gera impactos negativos e cobra um preço alto. Enquanto isso, a programação do evento já foi definida e ocorrerá entre os dias 24 e 26 de junho, em São Paulo.
Por outro lado, a repercussão tomou outro rumo quando artistas reagiram publicamente à proposta. Nomes como Elisa Lucinda, Julia Lemmertz, Guta Stresser, Silvia Buarque e Paulo Betti criticaram a iniciativa. “Gente, que criatura incompreensível esse ator, esse homem”, escreveu Betty Gofman, ampliando a discussão.
Na sequência, a atriz Maeve Jinkings, que contracenou com Cazarré no filme Boi Neon, publicou um longo desabafo. “Cazarré, te escrevo em nome do carinho gigante que tenho pelo que vivemos juntos. Praticamente moramos juntos durante três meses, fizemos juntos um dos mais belos filmes de nossas carreiras. Fomos parceiros. Tenho admiração por teu enorme talento de ator. E por tudo isso também me sinto triste. Apenas triste em te ver enredado numa auto narrativa tão perigosa e narcísica. Chega a ser irresponsável. Mas você é adulto, tem recursos. Espero que um dia perceba que tudo não passa de um holograma, de manutenção desesperada de poder de gênero, com graves consequências sociais. Uma loucura coletiva. Fique bem.”
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