Na manhã desta quarta-feira (04/6) o também humorista, Rafinha Bastos, se pronunciou sobre o pedido de prisão de Leo Lins. Rafinha usou as redes sociais para enaltecer o trabalho da Justiça, após decretarem a prisão do humorista, o que, acabou surpreendendo alguns internautas.
De acordo com Rafinha, ele concorda com a punição da Justiça porque, segundo ele, um artista não pode se utilizar da arte para praticar crimes. No entanto, o humorista, afirma que outras pessoas deveria também ser alvo da Justiça, por usar da arte para praticarem crimes.
Acontece, que após concordar com a Justiça, Rafinha cita atores e atrizes como “criminosos”, afirmando que eles usaram da arte para a prática criminosa. Alguns dos nomes citados por ele está, Carminha – interpretada por Adriane Esteves – que abandonou uma criança no lixão e praticou inúmeros outros crimes, durante cenas da novela.
“Leo Lins condenado há 8 anos de prisão em uma multa milionária por causa de piadas que ele fez no palco. Seria muito fácil eu vir aqui dizer que ‘não é apenas um comediante’ […], mas a verdade é o seguinte, eu concordo completamente com essa punição, entendeu ? Um artista não pode se utilizar da arte para praticar crimes”.
Ainda vídeo, Rafinha faz questão de citar os nomes dos personagens de alguns artistas, durante grandes trabalhos na teledramaturgia brasileira. “Mas gente tem que ser presa, inclusive eu tenho a lista aqui, de alguns dos nomes que eu acho que também deveriam ir pra jaula amanhã. No entanto, temos ai Adriane Esteves, que fez ai o papel de Carminha em ‘Avenida Brasil’. Ela fez abandono de criança no lixão, assassinato, sequestro, tentativa de homicídio, adultério, estelionato e manipulação emocional. Como é que a gente prende Leo Lins e não prende essa pessoa ?”
ASSISTA AO VÍDEO COMPLETO ABAIXO:
PRISÃO DE LEO LINS:
A Justiça Federal de São Paulo condenou Léo Lins por falas preconceituosas. O humorista recebeu pena de oito anos e três meses de prisão em regime fechado. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o vídeo acumulou mais de três milhões de visualizações. De acordo com informações, a decisão saiu na última sexta-feira (30/5).
Além disso, o juiz determinou multa de R$ 1,4 milhão e indenização de R$ 303,6 mil. No entanto, o MPF argumentou que o conteúdo violava direitos fundamentais. Por isso, a Justiça acatou integralmente o pedido de condenação. A sentença apontou o tom de “diversão” como agravante.