Caro e querido leitor, hoje o assunto não é sobre uma boa fofoca! Mas algo ainda maior. Algo de extrema importância (no caso, para os leitores que tem mente inquisitiva). É marco histórico! E o mais empolgante é que estamos vivenciado este momento. Sinta-se privilegiado (a).
“o tempo nao define a história, o impacto define”
— Neto Maciel
É inevitável não ter que comentar sobre A VERDADEIRA REVOLUÇÃO que estamos vivendo e que, com certeza é sem precedentes neste século. A revolucionária Tatiana Sampaio (que a propósito foi citada na coluna anteriormente) está de fato tendo seu trabalho reconhecido como deveria. Ontem eu comentei sobre os grandes veículos darem palco a personas irrelevantes. Pois bem, parece que andaram lendo esta pequena e humilde coluna, já que posteriormente fizeram o oposto (rs)
Mas, continuando … Tatiana é responsável por um dos maiores projetos que afeta diretamente a sociedade. A pesquisadora foi capaz de criar uma proteína robusta o suficiente para fazer com que o cérebro, volte a se reconectar novamente com o corpo humano, em casos de pessoas com lesão medular. Ontem, o que era apenas teoria, hoje se concretiza.
A descoberta, chamadade “vacina contra a paralisia”, é, na verdade, um polímero desenvolvido a partir da laminina, uma proteína encontrada naturalmente no corpo humano (especialmente na placenta). Diferente de tratamentos paliativos, a polilaminina atua como uma espécie de “ponte” ou malha regenerativa.
Quando aplicada no local da lesão medular, ela estimula os neurônios a se reconectarem e protege as células que ainda não foram destruídas pelo trauma.
PACIENTE VOLTA A ANDAR:
Dos cinco voluntários com lesão medular, que tomaram a vacina de Polilaminina, todos obtiveram resultados surpreendentemente positivos. Porém, o que mais chamou a atenção foi o curto tempo do retorno, após a aplicação.
Bruno Drummond foi o primeiro paciente a receber a vacina e hoje, ele anda; se exercita; faz corridas e grava diariamente a sua evolução. Mas, o bancário de apenas 31 anos, acabou sofrendo uma lesão cervical completa em um acidente de carro. A aplicação da polilaminina ocorreu cerca de 24 horas depois da cirurgia. Sendo assim, duas semanas após o início do tratamento, Bruno já mexia os dedos do pé, mesmo com o laudo médico fechado de tetraplegia.
Esse é o Bruno Drummond! Primeiro paciente voluntário a testar a vacina de polilaminina, criada pela pesquisadora BRASILEIRA Tatiana Sampaio. O Bruno sofreu um acidente em 2018 e ficou tetraplégico. Hoje ele está assim. ISSO É UM MARCO HISTÓRICO 🥹 pic.twitter.com/iY3y8fD5Az
— Neto Maciel (@nettomaciiel) February 18, 2026
Tatiana, no entanto, explicou que a descoberta, foi por acaso! Ela escolheu essa proteína (Laminina) por ter um nome peculiar e por ser um trímero (vitamina formada por três partes unidas que funcionam como um conjunto). A pesquisadora se encontrava em meio a um projeto parado beirando ao fracasso, quando decidiu tentar algo diferente do que os outros já haviam tentado.
Gravem bem esse nome e esse rosto, eles estarão nos livros de história.
— SandraSaray (@Saray_sandrac) February 14, 2026
Tatiana Coelho De Sampaio 🇧🇷
"Bruno Drummond ficou tetraplégico após um acidente de carro.
Duas semanas após o tratamento, ele mexeu o dedo do pé.
Hoje ele anda, sobe escadas, dança." pic.twitter.com/uUYE2A6SEY
Por fim, meu caro e paciente leitor! Volto a dizer (saibam que odeio ser redundante), é este o tipo de assunto que devemos enaltecer, compartilha e absorver. Ela é a nossa futura Antoine Lavoisier. Então saibamos dar o reconhecimento adequando.
“As pessoas não veem o gênio até que ele vença.”
— Ralph Waldo Emerson
